28 de mai de 2011

cinnamon town

Things in bars that people do
When no one wants to talk to you

Fim de semana ouvindo. A única outra banda além de Oasis que eu pagava pra ver um show.
Só as dos 15 anos. Nostalgia sempre.
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Nem percebi, foi meu pai quem riu, mas aderi à moda Portaluppi: tô de luvinhas pretas desde que cheguei aqui. Frio demais. Igual Porto Alegre no começo do mês. Não tinha como ir pro estádio sem luva, mesmo. Fico imaginando esse cara nos jogos de julho. Será que ele vai levar um cobertor pro Olímpico também? Porque eu fico enrolada nos cobertores quando venho pra cá.
Homens mais mulheres do que eu. Não precisam nem ser gremistas.
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Aquilo de sentir o coração batendo em qualquer parte do corpo.

27 de mai de 2011

Eu queria ouvir ou ler, mas eu já não posso mais falar. Porque tudo o que eu gostaria ou poderia dizer não tem mais cabimento. Não tem mais espaço. Pra ser dito e pra ser recebido. E ler ou ouvir o que eu queria ler e ouvir dos outros não depende de mim. É um beco. Voltar ou esperar querendo continuar. Eu posso voltar e começar tudo de novo, mas quem na vida quer refazer o que já deu trabalho suficiente uma vez? E esperar. Eu posso esperar. Mas quem no mundo garante que eu vou esperar pelo que vai acontecer? Talvez eu fique pra sempre sentada, olhando um muro, esperando. E nunca aconteça.
Eu quero ir pra frente.

25 de mai de 2011

Terça com cara de sexta, quarta com cara de sábado, beco por cinco pila, matanza, woman wannabe e quatro artigos pra escrever.
Deveria existir um semestre acadêmico na ufrgs.

15 de mai de 2011

Não sei por que esses grenais acabam em depressão por aqui. O outro, o do segundo turno, foi a mesma coisa. Saí achando mais graça da vida semana passada, quando o Grêmio ganhou. A gente gasta a felicidade toda ali, na hora, e aí depois não sobra nada. Mas dá-lhe Inter. Podia ficar enrolada na bandeira até amanhã.

11 de mai de 2011

os meus desejos vãos.

Gastar tempo e energia com o que não demanda nada. Só esquecimento. Desprezo. Gastar sentires. E chegar ao mesmo lugar da demanda, tão simples: nada. E tentar e querer. Mas será? Será mesmo? É comodidade. É carência do que não é mais preciso. É preciso. Mas se quer. Sempre se quer porque sempre se busca comodidade. Felicidade. Vinho suave é coisa de fresco. E é ruim. Tomo vinho seco. Comprei taças porque eu me sinto mais gente tomando vinho de noite em uma taça. Sozinha. Pensando em nada. Porque o dia amanhã vai ser bom, mas vai ser igual. Não. Vai ser igual, mas vai ser bom. Estar sozinha já é tão eu quanto os óculos que eu insisto em não trocar por lentes. Quanto os relógios de pulso que eu não consigo não usar. Presa no tempo. Pensando em nada. Gastando tempo e energia com o que não demanda nada.

4 de mai de 2011

grenal

vergonha pros dois lados e os dois lados comemorando. é muito amor.

"...falta de ataque!"
- o que é falta de ataque?
- falta de ataque é quando
- quando falta ataque?

risos. mas sim.